Inveja , ciume e voracidade na psicodinamica dos transtornos alimentares

A obesidade é uma realidade para um grande número de pessoas ao nosso redor e um fantasma que aterroriza todo o resto, podemos dizer com certa dramaticidade. Sabemos que é uma doença multifatorial e que cada obesidade é unica e nela intervém em doses diferentes, aspectos genéticos, psicológicos e ambientais.

Alguns casos de obesidade se enquadram dentro das “doenças psicossomáticas” e implicam a articulação de um conjunto de fatores : predisposição somática que depende da herança e da constituição , e na historia de vida deve ter ocorrido algum tipo de desproteção materna, provocando sentimentos de abandono e de frustração afetiva.(Fenichel)

A privação, a carência ou, a contrário, a “hipergratificação” determinam que certas catexias libidinais se fixem num órgão. Este seria o caso, por exemplo, de crianças que sofreram restrições na fase oral, sob a forma de ausência, dificuldades, ou interrupções abruptas e traumáticas no aleitamento; ou, por outro lado, que tiveram este processo excessivamente dilatado, recebendo gratificação oral por três, quatro, ou até seis anos; ou ainda, o processo foi de certa forma “pervertido”, com excesso na quantidade de mamadeiras. Assim, fica estabelecida uma predisposição psicossomática que pode desencadear-se em afecção, quando agem sobre ela situações traumáticas, críticas ou frustrantes, que fazem reviver na pessoa o primitivo abandono.

Nos transtornos somáticos, a necessidade de que as emoções em conflito (sentimentos de rejeição ou de desamparo, carência etc) não cheguem à consciência se consegue através do deslocamento para o corpo do afeto não simbolizado. A descarga se produz igualmente, mas o afeto não é reconhecido,é percebido pela consciência, como uma alteração somática desprovida de significação emocional.

No início da vida, a satisfação das necessidades depende das pessoas que cuidam da criança . Tudo que ameace este vinculo é um perigo e deve ser afastado. Nesta primeira relação pré-verbal, o caráter e as exigências da mãe, seu grau de sensibilidade às necessidades da criança, determinam em cada caso, que atividade mental ou que comportamento é indesejável e deve ser suprimido. A comunicação primitiva pré-verbal se estabelece através do corpo. A criança usa essa linguagem para fazer conhecer suas necessidades e a mãe para comunicar-se com seu filho. Esta linguagem corporal se reativa no adulto quando experimenta emoções que o corpo expressa normalmente, chorar por ter pena, rir por alegria, enrubescer por vergonha, ficar pálido de medo. Ao nascer uma criança se relaciona com o mundo através da mãe que é também a interprete das demandas vindas do meio exterior.

A criança que futuramente se tornará psicossomatica, foi privada desde cedo do contato emocional que necessitava. O filho desde bebê é o encarregado de acalmar a ansiedade materna e de satisfazê-la. As mães dos psicossomáticos  apresentam um sério fracasso para compreender as necessidades de amor e de descarga de ansiedade e de agressão em seus filhos, assim como para graduar suas próprias exigências de acordo com as possibilidades reais dos mesmos. Diante das situações de ansiedade dos filhos bebês, estas mães sentem-se impotentes e tendem, a associar o choro a situações concretas tais como fome, sono ou dor, pois estas situações lhes permitem apelar a recursos práticos( alimentar o bebê dando-lhe o seio ou a mamadeira, por exemplo ) que aliviam a sua própria ansiedade. Quando o bebê cresce, tende a resolver cada crise evolutiva, com modificações práticas. Estas soluções são reflexo da incapacidade familiar para conter os problemas emocionais e formam na vida adulta, a base da intolerância para aceitar seus próprios conflitos, ansiedade e temores.

Muitas pessoas com problemas de obesidade foram bebês atendidos em suas necessidades corporais básicas, mas sem gratificação dos aspectos emocionais envolvidos.A mãe das crianças com problemas alimentares, muito freqüentemente, privou de significado as expressões emocionais do filho ou distorceu o significado dessas expressões. Isso levará o bebê, no futuro, a ter dificuldades para entrar em contato com suas próprias e reais necessidades ou o levará a associá-las a uma conduta distorcida, substituta, por exemplo comer. É o caso de pessoas que diante de qualquer ansiedade não conseguem discriminar o que as inquietam, qual a sua real necessidade e respondem de forma indiscriminada com a comida. A incapacidade materna para decodificar as ansiedades do bebê unida à pressão que exerce para bloquear as manifestações de ansiedade do bebe, confirmam para ele suas fantasias infantis onipotentes sobre a destrutividade de seus impulsos hostis, de sua voracidade e inveja. Essas crianças necessitarão de recriar sempre um estado de fusão simbiótica para evitar a noção de diferenciação e a conseqüente ameaça de perda. Mais tarde, sempre que em situações de risco ou desequilíbrio, necessitarão se sentir cheias de alimento para recriar o estado fusional. São as funções maternas que criam as condições tanto para a criança confiar na presença real da mãe como para, logo depois, suportar a noção de diferenciação e a gradual individuação e suportar as ausências, tomar consciência de si, de seus desejos e aprender a providenciar o que necessita.

O estudo de alguns sentimentos humanos nos ajudam a compreender melhor a psicodinâmica da obesidade: são eles a inveja, a voracidade e o ciúme que muitas vezes se confundem..

A inveja é o sentimento de raiva em relação a uma outra pessoa que possui e desfruta (ou imaginamos que sim) de algo que desejamos. O sentimento invejoso é querer tirar isto dela, espoliá-la daquilo que ela tem e almejamos. A inveja implica a relação do indivíduo com apenas uma pessoa, a qual invejamos. Por isso, dizemos que ela remonta à mais primitiva relação exclusiva com a mãe.

“A inveja é um sentimento de cólera que o sujeito experimenta quando percebe que o outro possui um objeto desejável, sendo sua reação a de apropriar-se dele ou de destruí-lo. Além disso, a inveja supõe a relação do sujeito com uma única pessoa, remontando à primeira relação com a mãe….É o sentimento de ira por outra pessoa possuir e usufruir algo desejável, sendo o impulso invejoso de retirá-lo ou estragá-lo.”( Melanie Klein)

Devido à intensa dificuldade de aceitação em si dessas emoções, a inveja é muitas vezes camuflada, pois o sujeito lança mão de mecanismos de defesa inconscientes, para não se confrontar com tal emoção.( desvalorização do objeto invejado, negação, projeção, introjeção,idealização )

O sentimento de inveja é tão destrutivo que o indivíduo não consegue usufruir a vida, nem seus momentos de prazer e de alegria. Ele se sentirá sempre espoliado, explorado, não conseguirá obter prazer e felicidade na vida , nem conseguirá criar vínculos com as pessoas, porque elas serão sempre consideradas as culpadas por ele não alcançar aquilo que almeja. Além disso, a inveja dirigida ao outro tenta, no fundo tenta destruí-lo, deseja a sua morte, porque para o invejoso outro é o culpado por não obter o que deseja.

A inveja nasce de um profundo sentimento de admiração por algo que o outro possui. “Invejar é uma forma aberrante de prestar homenagem à superioridade .” ( José Ingenieros ).

A inveja é destrutiva quando o indivíduo cobiça o que é do outro e cobiça, ao mesmo tempo, prejudicá-lo, espoliá-lo, destruí-lo. Ela é construtiva quando a inveja move o sujeito a buscar por sua própria conta, de maneira construtiva, aquilo que o outro tem, para ele, sem tirar o que é do outro.

A inveja constitui fonte de grande infelicidade e uma relativa liberdade dela é sentida como subjacente a estados mentais de satisfação e tranqüilidade, em outras palavras, de sanidade.

A inveja pode ser benigna ou patológica. Na inveja benigna, há o desejo de adquirir o que o outro possui, mas por meio de um esforço próprio, estimulando, assim, a competitividade e não a destrutividade. Nestes casos, a pessoa deseja também para si algo bom, e quer provar que ela também é capaz de obter isso. Não envolve, pois, intenções hostis ao objeto da inveja. A pessoa invejada passa a ser mais um modelo a admirar, que estimula a imitação de seus métodos e a procurar obter o que ela possui.

A inveja benigna reforça a canalização de qualquer ressentimento e o transforma em atividades legítimas, promovendo um modelo de comportamento que deve ser seguido.

Na inveja patológica o que se quer não é ter o que o outro tem, mas, sim, destruir as posses, qualidades e bens, que, sendo do outro, despertam raiva e hostilidade. A pessoa pode ter recursos e, poderia, potencialmente, obter o que o outro tem, mas a simples visão das posses do outro, faz com que ela se sinta desvalida, sem posses e atormentada pelos sentimentos de inveja.

Podemos dizer que a pessoa muito invejosa é insaciável, que nunca pode ser satisfeita porque sua inveja se origina de dentro e, portanto, sempre encontra um objeto sobre o qual pôr-se em foco. O sentimento da inveja vai originar um outro, mais corrosivo, que é o sentir-se ameaçado ou invadido pelo outro.

Esta é uma formação reativa, no sentido de que aquilo que o invejoso deseja do outro, ele passa a sentir que é o outro que deseja dele, e, assim, desenvolve um sentimento persecutório, uma paranóia, achando que são as outras pessoas que desejam espoliá-lo e destruí-lo por desejarem o que ele tem. Contudo, analisando a fundo a situação, veremos que é o próprio indivíduo paranóico a origem do sentimento de inveja.

O ciúme baseia-se na inveja, mas envolve uma relação com pelo menos duas pessoas e refere-se ao amor que o sujeito sente como lhe sendo devido e que lhe foi tirado, ou se acha em perigo de ser tirado ou roubado pelo seu rival. Tem suas  origens nas primeiras relações da criança com seus pais e parece se dar na vivência edípica, quando a criança sente ciúmes do pai ou da mãe por eles se amarem, constituírem-se como casal, se acariciarem, dormirem juntos, e ela sentir-se excluída da relação do casal.

O ciúme faz o individuo temer perder o que tem; já a inveja é sofrida por ver o outro possuir o que ele não e que deseja para si. O invejoso passa mal com a vista da fruição. Aquele que se mostra afortunado, mostra-se de bem com a vida e satisfeito com o que possui, tanto em termos de bens materiais como imateriais, é fonte de grande mal-estar por parte do invejoso. Ele sente-se à vontade apenas com o infortúnio dos outros; todos os esforços para satisfazer um invejoso são vãos.

A criança do sexo feminino sente ciúmes, geralmente da mãe, porque ela obtém o amor e o afeto do pai, que a criança gostaria de obter. Ela gostaria de ocupar o lugar da mãe, por isso tem ciúmes dela. Já o menino tem ciúmes do pai, porque gostaria de ocupar o seu lugar junto à mãe.

A voracidade é uma ânsia impetuosa e insaciável que excede o que o indivíduo necessita e também o que o objeto se acha capacitado e disposto a dar. O indivíduo voraz é aquele que tudo quer e tudo deseja, e, mesmo tendo obtido aquilo de que se dizia necessitado, não se encontra satisfeito, nem mesmo momentaneamente. O indivíduo voraz é aquele que sempre considera pouco aquilo que obtém, sempre acha que mais lhe é devido, e que o outro retém algo que deveria pertencer a ele próprio.

Voracidade é, inicialmente, um desejo de incorporar, engolir, comer algo. Comendo e engolindo, o objeto passa a fazer parte do sujeito, torna-se incorporado a ele. Por isso é que a voracidade relaciona-se com o alimento. Mas ela extrapola o objeto alimento, e o indivíduo voraz pode ser insaciável de vários outros objetos – dinheiro, riqueza, beleza, presentes etc.- que correspondem, ao leite e ao alimento dado pela mãe.

A inveja e a voracidade são dois sentimentos que, muitas vezes, andam juntos. E também a voracidade tem suas origens nas primeiras relações com o seio materno e com o alimento.

Se a mãe for adequada, afetiva e der alimento suficiente e bom para o bebê, provavelmente ele será uma criança e um adulto sadio, que saberão lidar com suas faltas e com suas incompletitudes de maneira saudável. Significa que todos somos seres em falta, sempre desejaremos algo, nunca nos sentiremos inteiramente satisfeitos ou completos. Contudo, é isso mesmo que nos dá vida e motoriza nossa vida humana, que nos faz trabalhar, estudar, escrever livros, namorar, viajar, casar, emagrecer, ou mesmo engordar.

A criança pequena não se lembra desses sentimentos mas desejou muito ter o que a mãe tinha. Primeiro, o leite, que é considerado fonte da vida, do prazer, da alegria, riqueza indescritível, que a criança pensou ser exclusiva da mãe. Depois, desejou também possuir outros objetos que a mãe possuía, entre eles, o pai, os outros irmãos, bebês, o amor dos pais e das pessoas, a beleza. As primeiras relações do bebê com sua mãe são o período mais importante para a formação da personalidade do indivíduo, e é também o período que funda as bases de nossos sentimentos e nossa conduta em relação ao mundo que nos cerca, o que inclui os alimentos e todo o sentido que damos a eles e às refeições.

A gratidão é um sentimento de agradecimento, de boa vontade, de amor e de desejo de retribuição em relação àquele que é sentido como o provedor das necessidades da criança. Relaciona-se, assim, com a generosidade. Quando a criança é suficientemente satisfeita pela mãe, ela sente prazer na relação (amamentação, toques, cuidados) e, daí, vem a gratidão no lugar da inveja. A gratidão se configura como um aspecto do que chamamos de pulsão de vida, de impulsos amorosos.

A gratidão relaciona-se com a generosidade. A criança bem amada desenvolve uma riqueza interna que a torna capaz de partilhar seus dons com os outros. Esta criança se desenvolverá, geralmente, de maneira positiva, saudável, formando vínculos afetivos e duradouros com os que a cercam.

O alimento tem uma importância primordial nas primeiras relações de um bebê humano com a mãe. O seio tem não só a finalidade de nutrí-lo, mas também, a de auxiliar no estabelecimento dos primeiros vínculos do bebê com uma outra pessoa: a mãe. Esses primeiros vínculos com a mãe são a base para outros vínculos que a criança e o adulto estabelecerão com outras pessoas no decorrer de toda a vida. O bebê precisa tanto desse contato afetivo como precisa do alimento, do leite materno. A inveja e a voracidade, por um lado, e a gratidão, por outro, seriam expressões de impulsos destrutivos e amorosos, respectivamente, para com a mãe e seu seio nutridor. O modo de resolução dos primeiros impulsos para com o seio e para com a mãe influencia decisivamente o desenvolvimento normal e anormal da criança, e também a formação de seu caráter.

Dentro da díada mãe/ filho, a mãe que fala por seu filho indefeso, cheio de necessidade, oferecendo-se para suprir suas carências, preenche o bebê e ele a ela. Nesta complementaridade, o recém nascido traz como dote e bagagem uma matéria prima – energia psíquica, a pulsão – não processada nem elaborada, que passará por um processo de transformação, entrando no circuito da produção simbólica. O bebê vai adquirindo assim representações do vivido: o prazer e o desprazer. Estes significantes, prazer e desprazer é que permitirão ao bebê, discriminar as experiências que tem.

A inveja dificulta o processo de instalação duradoura do bom objeto, pois o bebê sente que a gratificação de que foi privado foi conservada pelo seio frustrador para si próprio. A inveja é, pois, o sentimento zangado de que a outra pessoa tem esse algo desejável para si. É o seio idealizado que a inveja ataca. É como se o bebê pensasse que quando o seio o frustra, torna-se mau porque guarda o leite, o amor e o carinho associados com o bom seio só para si. O seio que satisfaz também é invejado. A voracidade é uma ânsia impetuosa e insaciável que excede o que o sujeito necessita e o que o objeto tem vontade e capacidade de dar. O propósito da voracidade é a introjeção destrutiva, introjetar o objeto para destruí-lo, devorá-lo.

A mãe suficientemente boa é aquela que satisfaz adequadamente as necessidades da criança. Ela vai, gradativamente, introduzindo o que chamamos de princípio da realidade, isto é, vai adiando, aos poucos, a satisfação das necessidades da criança para que ela aprenda que o mundo e a realidade não podem satisfazer constante e imediatamente suas necessidades e seus desejos. Isso é chamado de binômio gratificação-frustração que a mãe introduz na vida infantil.

À medida que a criança cresce, ela suporta por mais tempo a frustração ou a não- satisfação imediata de suas necessidades. Assim, ela estrutura o seu eu, amadurece, aceita os limites e os obstáculos que a realidade lhe impõe sem sentir-se magoada, espoliada ou ameaçada. A criança aprende que suas necessidades e desejos não podem ser satisfeitos imediatamente. Aprende a esperar e a adiar a satisfação. Ela torna-se mais adaptada à realidade e mais tolerante às frustrações. Através da relação com o mundo externo, primeiro com a mãe, e depois com outras pessoas e coisas, a criança vai constituindo o seu eu, adaptado ao mundo e à realidade externa.

Contudo, se a mãe ou aquela que exerce a função materna não satisfaz adequadamente as necessidades do bebê, ela é sentida por ele como se estivesse retendo o alimento.É sentida como má, como alguém que deseja o aniquilamento e a morte do bebê , pois não lhe dá aquilo de que ele necessita para viver.

A mãe é também percebida, como alguém que guarda para si aquilo que tem de bom, que é o alimento, fonte da vida. Essa vivência é a base de todo um sentimento de inveja que o sujeito terá .A criança introjetará os aspectos negativos da mãe; ela assimilará uma mãe má, um seio mau, aquela que não dá o alimento necessário para a criança, aquele seio que não lhe dá o leite de que ela precisa. Estes aspectos negativos introjetados formarão o núcleo do eu da criança. Já se o seio é bom, se a mãe é boa, adequada, afetuosa, se nutre suficientemente, a criança introjetará esses aspectos positivos, predominantemente.

O sujeito que introjeta predominantemente os aspectos positivos e amistosos da mãe e do mundo externo sente-se enriquecido e com maior capacidade de dar e doar-se, maior gratidão e mais capaz de amar. Será o indivíduo generoso, desprendido e amado, porque capaz de amar.

O sujeito que introjetou os aspectos negativos e egoístas da mãe e do mundo externo sente-se empobrecido, roubado, ameaçado e perseguido quando, em alguma circunstância, tem de dividir ou dar algo de si. Tornam-se pessoas inseguras, agressivas e consideram sempre que o outro é que está a solapar algo dele. A inveja excessiva acaba por levar a sentimentos de culpa. O indivíduo sente-se culpado porque desejou despojar o outro dos bens materiais e não materiais que ele possui, portanto, desejo agredi-lo, destruí-lo.

Aqueles que sentem haverem tido a sua quota de experiência e de prazeres na vida tornam-se mais aptos a serem felizes e de acreditar na continuidade da vida. Assim, tornam-se mais aptos à criação e à invenção de novas coisas, novos objetos, novas possibilidades, novos projetos, enfim, de nova vida, que é o contrário da compulsão de comer, do engordar e da obesidade.

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